



RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Em 16/01/2008, por meio do ofício Deof/GTBHO-2008/0380 o Banco Central do Brasil homologou a transformação da Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano - Sicoob Credi-Rural em cooperativa de livre admissão de associados, cujo ato de transformação foi registrado na JUCEG sob o nº 5208021792, passando a cooperativa a atuar como livre admissão de associados desde 18/02/2008. A Cooperativa vêm cumprindo de forma satisfatória os objetivos estratégicos definidos no plano de negócio aprovado pelo Bacen, sendo que até 30/06/2008 a Cooperativa superou em 12,09% a meta de associados; superou em 28,48% a meta de capital social; superou em 90,89% a meta de captação de depósito à vista e 55,33% do depósito à prazo; superou em 14,19% a meta de empréstimos. Esses indicadores evidenciam o cumprimento do plano de negócios de transformação da cooperativa.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMOSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SEMESTRE FINDO EM 30/06/2008
NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL
A Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano – Sicoob Credi-Rural, é uma sociedade cooperativa, integrante do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Crédito Cooperativo de Goiás – Sicoob Goiás Central, constituída com o objetivo precípuo de:
I - O estimulo ao desenvolvimento econômico e interesses comuns dos associados;
II - Estimular a pesquisa e promover as atividades de proveito econômico de seus associados;
III - Proporcionar, pela mutualidade, assistência financeira aos associados, com a finalidade de promover a qualidade e a produtividade em suas atividades de proveito econômico;
IV - Promover o aprimoramento técnico, educacional e social de seus dirigentes, associados e, seus respectivos familiares e dos empregados da Cooperativa;
V - Prestar serviços inerentes às atividades específicas de instituição financeira.
NOTA 03 – PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
Observados os preconizados pela Resolução 750/93 do Conselho Federal de Contabilidade, e alterações posteriores, destacando-se as seguintes principais práticas contábeis:
A - Regime Contábil
As receitas e despesas relacionadas com as operações e atividades da Sicoob Credi-Rural são apropriadas pelo regime de competência. As operações com taxas pós - fixadas estão atualizadas até a data do balanço e as operações com taxas pré - fixadas estão registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas inerentes a períodos futuros foram registradas em contas redutoras.
B - Correção Monetária das Demonstrações Contábeis
Deixamos de reconhecer nas demonstrações contábeis, os efeitos inflacionários decorrente da perda do poder aquisitivo da moeda nacional, em cumprimento à determinação contida no artigo 4º da Lei 9.249/95 e Circular 2.682/96 do Banco Central do Brasil, devendo esta restrição ser considerada nas análises das informações condensadas.
C – Operações de Crédito
As operações de crédito são apresentadas conforme preconizado pela resolução CMN/BACEN 2.682, de 21.12.1999, e Resolução CMN/BACEN 2.697, de 24.02.2002, considerando eventuais períodos de inadimplência riscos e perdas na realização, conforme letra “e” da nota explicativa 5. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível de risco, sendo que as vencidas e não pagas há mais de 180 dias são classificadas como de risco nível H, sendo constituída provisão para perdas de 100% dos respectivos valores. As receitas oriundas das operações vencidas a mais de 60 dias somente são reconhecidas como realizadas quando efetivamente recebidas. Após 6 (seis) meses da classificação no nível de risco H, as operações deveriam ser transferidas para a conta de provisão para créditos em liquidação, e para o resultado do exercício, sendo controladas no grupo de contas do compensado, não mais figurando no balanço patrimonial, no entanto o sistema operacional utilizado pela nossa cooperativa, ainda não opera dessa forma, estando as referidas operações figurando na carteira de crédito.
D – Provisão para Perdas em Operações de Crédito
As provisões para perdas em operações de crédito foram constituídas com base no disposto nas Resoluções CMN/BACEN 2.682/1999 e 2.697/2000, bem como critérios internos, sendo seu somatório considerado pela administração suficiente para fazer face as prováveis perdas na realização dos créditos, cobrindo assim:
I - 100% das operações de crédito vencidas a mais de 180 (cento e oitenta) dias;
II - 100% dos adiantamentos e excessos sobre limites de cheque especial não cobertos a mais de 180 (cento e oitenta) dias;
III - Percentual variável sobre os créditos de curso normal e anormal, conforme preconizado na Nota 5, letra “e”, item “I”.
Esta composta dos valores da centralização financeira mantida no SICOOB GOIÁS CENTRAL, em rubrica específica em cumprimento à Circular BACEN 3.238 de 17.05.2004.
Ativo Circulante |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Relações Interfinanceiras |
40.408.676 |
26.751.000 |
Centralização Financeira Cooperativa |
40.408.676 |
26.751.000 |
A - Resumo
Operações de Crédito |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
CURTO PRAZO |
|
|
Empréstimos e Títulos Descontados |
39.227.272 |
35.682.249 |
Financiamentos |
4.627.576 |
721.747 |
Financiamentos Rurais e Agro-industriais |
17.479.793 |
17.174.133 |
(Receitas a Apropriar) |
(2.453.279) |
(1.710.746) |
(Provisão para Perdas em Operações de Crédito) |
(3.288.981) |
(2.725.145) |
Total Curto Prazo |
55.592.381 |
49.142.238 |
LONGO PRAZO |
|
|
Empréstimo, Títulos Descontados e Crédito Rural |
1.558.237 |
480.748 |
(provisão para Perdas em Operações de Crédito) |
(20.537) |
(6.159) |
Total do Longo Prazo |
1.537.700 |
474.589 |
TOTAL DA CARTEIRA |
57.130.081 |
49.616.827 |
B - Composição da Carteira de Crédito por Setor de Atividade
Setor de Atividade |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Setor Privado |
|
|
Pessoa Física |
41.869.701 |
34.877.643 |
Pessoa Jurídica |
1.090.105 |
659.825 |
Rural |
17.479.793 |
16.810.662 |
TOTAL |
60.439.599 |
52.348.130 |
C - Composição da Carteira de Crédito por Níveis de Risco
Apresentada líquida das receitas inerentes a períodos futuros, as quais se encontram registrados em contas redutoras do ativo.
Carteira |
|||||
Risco |
Empréstimos e Títulos Descontados |
Financiamentos |
Financiamentos Rurais |
TOTAL 30.06.2008 |
TOTAL 30.06.2007 |
A |
28 |
44.055 |
- |
44.083 |
1.628.763,00 |
B |
26.214.345 |
3.309.979 |
15.966.320 |
45.490.644 |
43.272.414,00 |
C |
8.985.667 |
721.287 |
1.151.501 |
10.858.455 |
4.104.128,00 |
D |
929.999 |
1.577 |
- |
931.576 |
304.838,00 |
E |
459.078 |
- |
- |
459.078 |
510.501,00 |
F |
709.315 |
2.798 |
- |
712.113 |
459.849,00 |
G |
6.500 |
- |
- |
6.500 |
1.046.279,00 |
H |
1.937.150 |
- |
- |
1.937.150 |
1.021.358,00 |
TOTAL |
39.242.082 |
4.079.696 |
17.117.821 |
60.439.599 |
52.348.130 |
D - Composição da Carteira de Crédito por Faixa de Vencimento
I – Vencidas
Setor Privado |
||||
Dias |
Empréstimos e Tít. Descontados e Financiamentos |
Crédito Rural |
Total 30.06.2008 |
Total 30.06.2007 |
De 15 e 60 |
394.101 |
- |
394.101 |
181.484 |
Entre 61 e 180 |
67.648 |
- |
67.648 |
189.433 |
Entre 181 e 360 |
653.853 |
- |
653.853 |
228.326 |
Acima de 361 |
1.245.931 |
- |
1.245.931 |
776.467 |
TOTAL |
2.361.533 |
- |
2.361.533 |
1.375.710 |
II – Vincendas
Setor Privado |
||||
Dias |
Empréstimos e Tít. Descontados e Financiamentos |
Crédito Rural |
Total 30.06.2008 |
Total 30.06.2007 |
Até 180 dias |
27.943.303 |
10.410.361 |
38.353.664 |
35.490.903 |
Entre 181 e 360 |
11.458.705 |
6.707.460 |
18.166.165 |
15.006.929 |
Acima de 361 |
1.558.237 |
- |
1.558.237 |
474.589 |
TOTAL |
40.960.245 |
17.117.821 |
58.078.066 |
50.972.421 |
E - Provisão para Perdas em Operações de Crédito
I – Constituição da Provisão para Perdas em Operações de Crédito
Provisão |
|||||
Risco |
Valor da Carteira |
Percentual Requerido |
Percentual Constituído |
Valor 30.06.2008 |
Valor 30.06.2007 |
A |
44.083 |
0,50% |
0,50% |
220 |
8.144 |
B |
45.490.644 |
1% |
1% |
454.907 |
432.724 |
C |
10.858.455 |
3% |
3% |
325.754 |
123.124 |
D |
931.576 |
10% |
10% |
93.158 |
30.484 |
E |
459.078 |
30% |
30% |
137.723 |
153.150 |
F |
712.113 |
50% |
50% |
356.056 |
229.925 |
G |
6.500 |
70% |
70% |
4.550 |
732.395 |
H |
1.937.150 |
100% |
100% |
1.937.150 |
1.021.358 |
TOTAL |
60.439.599 |
*** |
*** |
3.309.518 |
2.731.304 |
II – Evolução da Provisão para Perdas em Operações de Crédito
Carteira |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Empréstimos e títulos descontados |
3.058.794 |
2.547.094 |
Financiamentos |
56.516 |
9.713 |
Financiamentos Rurais |
194.208 |
174.497 |
TOTAL |
3.309.518 |
2.731.304 |
ATIVO |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Circulante |
461.197 |
180.426 |
Outros Créditos |
461.197 |
180.426 |
Avais e Fianças Honrados |
81.093 |
120.445 |
Créditos por avais e fianças |
81.912 |
132.594 |
(-) Provisão para CLD |
(819) |
(12.149) |
Rendas a Receber |
7.041 |
1.863 |
Rendas a receber |
7.041 |
1.863 |
Diversos |
373.063 |
58.118 |
Adiantamentos e Antecipações Salariais |
20.730 |
19.586 |
Adiantamentos p/ Pgtos de Nossa Conta |
- |
37 |
Adiantamentos por conta de Imobilizações |
322.000 |
- |
Valores a Receber |
9 |
- |
Devedores Diversos |
30.324 |
38.495 |
Realizável em Longo Prazo |
920.354 |
920.354 |
Devedores depósito em garantia (*) |
920.354 |
920.354 |
Diversos
(*) O montante de R$ 920.354 (novecentos e vinte mil trezentos e cinqüenta e quatro reais), registrado como “Depósitos em Garantia”, refere-se, a depósito judicial de ação movida contra a Receita Federal em contestação a intenção de cobrança da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS, sobre ato cooperativo, que tramita nas esferas competentes.
Despesas Antecipadas
Refere-se a despesas a incorrer em exercícios futuros, tais como; prêmios de seguros e outros, cujo saldo em 30/06/2008 somava R$ 95.038 (noventa e cinco mil e trinta e oito reais).
NOTA 08 - REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
O montante registrado como realizável a longo prazo, reflete os valores a receber da carteira de empréstimos (nota 5 a) e de depósitos judiciais efetuados (nota 6).
A - Imobilizado
Demonstrado pelo custo de aquisição, corrigido monetariamente até 31.12.95. As depreciações foram apuradas pelo método linear, considerando a vida útil estimada para cada bem, observados os limites e taxas anuais admitidos pela legislação tributária vigente.
CONTAS |
CUSTO CORRIGIDO |
DEPRECIAÇÃO ACUMULADA |
SITUAÇÃO LÍQUIDA 30.06.2007 |
SITUAÇÃO LÍQUIDA 30.06.2007 |
TAXA DEPREC. a.a% |
Investimentos |
2.359.099 |
|
2.359.099 |
1.996.747 |
- |
Imóveis de uso |
728.642 |
(144.019) |
584.623 |
599.273 |
4 |
Instalações |
91.776 |
(46.581) |
45.195 |
32.455 |
10 |
Aparelhos de Refrig. |
50.351 |
(15.829) |
34.522 |
18.276 |
10 |
Máquinas e Equip. |
35.633 |
(15.329) |
20.304 |
8.284 |
10 |
Mobiliário |
162.830 |
(80.080) |
82.750 |
60.702 |
10 |
Biblioteca |
840 |
(724) |
116 |
190 |
10 |
Sistema de Comunic. |
17.087 |
(6.558) |
10.529 |
12.333 |
10 e 20 |
Sist. Proces. De Dados |
488.621 |
(281.102) |
207.519 |
131.152 |
20 |
Sist. Vigil. Segurança |
20.246 |
(6.124) |
14.122 |
16.146 |
10 |
Sistema de Transportes |
107.000 |
(32.833) |
74.167 |
73.325 |
20 |
Total |
4.062.125 |
(629.179) |
3.432.946 |
2.948.883 |
*** |
B - Investimentos
Representado basicamente, pela aquisição de 299.263 (duzentos e noventa e nove mil, duzentos e sessenta e três) ações, do Tipo PN, do BANCOOB – Banco Cooperativo do Brasil S/A e, 2.046.132 (dois milhões, quarenta e seis mil e cento e trinta e dois reais) cotas de capital, no valor unitário de R$1,00 (um real), da Cooperativa Central de Crédito de Goiás – Sicoob Goiás – Central, cujo capital em 30.06.2008 somava R$ 21.472.567 (vinte e um milhões, quatrocentos e setenta e dois mil, quinhentos e sessenta e sete reais), a qual apresentou em 30.06.2008 R$ 6.288, (seis mil, duzentos e oitenta e oito reais) de sobras.
Repasses Interfinanceiros
Refere-se a recursos obtidos junto a outras instituições financeiras, para repasse aos associados através de operações de financiamentos de custeio e investimento rural. Os repasses aos associados não são acrescidos de comissão de intermediação, sendo que o montante captado foi repassado aos associados nas mesmas condições da captação, conforme discriminação a seguir:
OPERAÇÕES DE REPASSES - Classificadas no Passivo Circulante.
Cedente |
Contrato Número |
Data da liberação |
Valor da Operação |
Taxa de Juros a.a. |
Vencimento |
Saldo em 30/06/2006 |
Bancoob RO |
2007/3054000010 |
25/10/2007 |
1.905.000 |
6,75% |
02/09/2008 |
1.985.261 |
Bancoob RO |
2007/3054000011 |
19/10/2007 |
1.095.000 |
6,75% |
02/09/2008 |
865.336 |
Bancoob RO |
2007/3054000012 |
14/12/2007 |
2.845.000 |
6,75% |
27/10/2008 |
3.013.982 |
Bancoob RO |
2007/3054000013 |
19/12/2007 |
785.000 |
6,75% |
27/10/2008 |
830.872 |
Bancoob RO |
2007/3054000014 |
10/01/2008 |
370.000 |
6,75% |
27/10/2008 |
390.061 |
Bancoob RO |
2008/305400001 |
31/01/2008 |
915.000 |
6,75% |
22/12/2008 |
970.755 |
Bancoob RO |
2008/305400002 |
12/02/2008 |
585.000 |
6,75% |
22/12/2008 |
619.297 |
Bancoob RO |
2008/305400004 |
08/05/2008 |
3.000.000 |
6,75% |
27/05/2009 |
3.216.476 |
Bancoob PR |
2007/305400009 |
03/09/2007 |
300.000 |
9,50% |
16/07/2008 |
261.535 |
Bancoob PR |
2008/305400003 |
07/05/2008 |
220.000 |
9,50% |
27/04/2009 |
223.615 |
|
|
|
Rendas Apropriar |
(386.508) |
||
|
|
|
Total |
11.990.682 |
||
As garantias prestadas são representadas por avais da própria Diretoria Executiva
RO – Recursos Obrigatórios
PR – Poupança Rural
A - Sociais e Estatutárias
I – Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social - FATES
Atendendo a determinação do Banco Central do Brasil, o Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social - FATES encontra-se registrado no Passivo Circulante, apresentando um saldo de R$ 1.144.574 (um milhão, cento e quarenta e quatro mil, quinhentos e setenta e quatro reais), tendo sido constituído conforme abaixo demonstrado:
Descrição |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Saldo no início do período |
1.269.521 |
1.041.856 |
Utilização no Período |
(151.585) |
(70.134) |
Resultado com terceiros |
26.638 |
32.995 |
Destinação conf. Estatuto Social (*) |
- |
- |
Saldo no final do período |
1.144.574 |
1.004.717 |
(*) Destinação conforme Estatuto Social – Atendendo determinação do Banco Central do Brasil, através da circular 3.314, as destinações estatutárias somente serão realizadas ao final do exercício social.
II - Cotas de Capital a Pagar
Refere-se a cotas de capital a restituir de associados demitidos, eliminados ou excluídos no decorrer do atual e de exercícios anteriores, que encontram-se em processo de devolução em parcelas mensais.
Descrição |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Saldo de cotas de capital a devolver |
823.842 |
773.316 |
B - Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados
Refere-se a retenção de Imposto Sobre Operações Financeiras (operações de crédito e aplicações financeiras).
IOF a Recolher |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Operações de Crédito |
12.781 |
- |
Operações com Títulos e Valores Mobiliarios |
5 |
- |
Total |
12.786 |
- |
C - Fiscais e Previdenciárias
Referem-se a obrigações fiscais (impostos e contribuições incidentes sobre o resultado) e previdenciários (contribuições incidentes sobre salários):
Descrição |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Impostos e Contribuições sobre o Lucro |
649 |
3.322 |
Impostos e Contrib. a Rec. s/terceiros |
9.417 |
6.912 |
Impostos e contrib. sobre salários |
94.613 |
79.056 |
Outros |
10.416 |
11.486 |
Total |
115.095 |
100.776 |
D - Diversas
I - Provisão Para Pagamentos a Efetuar
Referem-se à provisão para pagamentos de despesas administrativas realizadas até o final do primeiro semestre de 2008.
Descrição |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Cheques administrativos |
52.427 |
7.925 |
Fornecedores |
- |
2.873 |
Salários e vencimentos |
44.712 |
34.228 |
Provisão p/ Pg. de Despesas com Pessoal |
334.675 |
257.866 |
Provisão p/ Pg. de Outras Despesas Administrativas |
73.574 |
43.095 |
TOTAL |
505.388 |
345.987 |
II - Credores Diversos
Rubrica composta pelas contas abaixo relacionadas. Representam obrigações do Sicoob Credi-Rural para com terceiros e para com seus associados.
Descrição |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Diversos |
|
|
Pendências a regularizar |
26.602 |
4.321 |
Diferença de caixa |
4.173 |
751 |
Custos de lançamento/centraliz. Financeira |
10.657 |
15.000 |
Convênios com concessionárias |
22.680 |
18.970 |
Crédito de terceiros |
5.573 |
5.161 |
Cooperativa Central |
8.412 |
- |
Outros |
32 |
- |
Cheques depositados |
404.390 |
42.074 |
Faturas sicoob card |
259 |
54 |
TOTAL |
482.778 |
86.331 |
O montante registrado como cheques depositados, refere-se a cheques da carteira de desconto e que só serão compensados no inicio do período seguinte.
III - Passivos Contingentes
Descrição |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Exigível a Longo Prazo |
1.105.586 |
1.170.540 |
Pis Faturamento |
185.232 |
250.186 |
Cofins Faturamento |
920.354 |
920.354 |
TOTAL |
1.105.586 |
1.170.540 |
COFINS - A legalidade da exigência de recolhimento da COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social está sendo questionada pelas cooperativas de crédito integrantes do Sicoob Goiás Central, através de mandado de segurança aforado pelas mesmas, com pedido de liminar.
Foi concedida, em 01.08.2000, liminar determinando à autoridade competente para se abster de exigir das cooperativas de créditos do Sicoob Goiás Central a contribuição para a COFINS sobre a receita dos atos cooperativos próprios (Lei 5.764/71), excluindo-se da decisão os atos praticados com terceiros, cujos recolhimentos a cooperativa efetua tempestivamente. No dia 25 de novembro de 2005 o TRF 1º região reconheceu a inconstitucionalidade da revogação da isenção da COFINS, concedida às sociedades cooperativas. Apesar da decisão ainda comportar recurso, a Fazenda Nacional está impedida de autuar, lançar e cobrar PIS e COFINS das cooperativas de crédito do Sicoob Goiás Central. Quando esta decisão tornar-se definitiva, as cooperativas terão direito de pleitear o ressarcimento à Fazenda Nacional dos depósitos efetuados a título de COFINS, quanto ao PIS, não foi efetuado depósito para o mesmo, no entanto se encontra provisionado pelo principal e atualizado dos encargos incidentes, excluídos o período que entrou em decadência de prazo.
NOTA 12 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO
O Patrimônio Líquido da Cooperativa de Crédito Rural do Sudoeste Goiano, está assim representado:
Nomenclatura |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Capital Social |
38.013.177 |
31.769.233 |
Reserva de Sobras |
6.664.982 |
4.619.133 |
Reserva Legal |
5.660.954 |
4.619.133 |
Outras (FUNLIQ) |
1.004.028 |
- |
Ajuste do Exercício anterior |
12.255 |
- |
Sobras de Exercício encerrado |
- |
429.008 |
Sobras/Perdas Acumuladas do Semestre |
4.659.802 |
4.213.303 |
Ajuste ao FATES |
124.946 |
37.139 |
Total (PL) |
49.475.162 |
41.067.816 |
(*) O Capital Social, constituído por cotas no valor unitário de R$1,00 (um real), representa a integralização de 1.734 (um mil, setecentos e trinta e quatro) associados. O voto é pessoal e intransferível sendo que, cada associado possui 01 (um) voto, independente da quantidade de cotas que o mesmo detenha.
(**) Destinação conforme Estatuto Social – Atendendo determinação do Banco Central do Brasil, através da circular 3.314, as destinações estatutárias somente serão realizadas ao final do exercício social.
NOTA 13 – SOBRAS ACUMULADAS
As sobras acumuladas ao final do 1º semestre de 2008 importam em R$ 4.797.004 (quatro milhões setecentos e noventa e sete mil e quatro reais) e estão assim demonstradas:
Descrição |
30.06.2008 |
30.06.2007 |
Resultado líquido do exercício |
4.659.802 |
4.213.303 |
Adição ao resultado – Reversão FATES |
151.585 |
70.134 |
Resultado com terceiros (ao FATES) |
(26.638) |
(32.995) |
Ajuste de Exercícios Anteriores |
12.255 |
- |
Sobras Ajustadas |
4.797.004 |
4.250.442 |
Destinações: (*) |
- |
- |
(-) FATES (5%) |
- |
- |
(-) Reserva Legal (20%) |
- |
- |
(-) Reserva Aumento Capital (55%) |
- |
- |
(-) FUNLIQ (10%) |
- |
- |
Sobras Líquidas |
4.797.004 |
4.250.442 |
(*) Não foram efetuadas as destinações estatutárias (FATES – 5%, Fundo de Reserva - 20%, Reserva para aumento de capital – 55% e FUNLIQ 10%), em obediência a circular do Banco Central do Brasil 3.314 de 02.02.2006, que preceitua tais destinações somente no encerramento do exercício social.
As operações de avais e fianças estão registradas no grupo de contas de compensação. Representam operações realizadas entre o BNDES e os associados desta cooperativa singular, que em 30.06.2008 somam a quantia de R$ 1.737.618 (um milhão, setecentos e trinta e sete mil, seiscentos e dezoito reais).
NOTA 15 – MUDANÇAS DE PRÁTICAS CONTÁBEIS
Em face de disposições legais ou exigências técnicas, ocorreram as seguintes mudanças de procedimentos e critérios para elaboração e divulgação das demonstrações contábeis:
A - TERMINOLOGIA
Tendo em vista ser de competência do Banco Central do Brasil expedir normas gerais de contabilidade e estatística a serem observadas pelas instituições financeiras, em cujo rol as cooperativas de crédito estão inseridas, e, em face do referido BACEN não ter contemplado em seus normativos os critérios definidos na NBC-T 10.8, aprovada pela Resolução CFC 920/2001, deixamos de aplicar o estabelecido na referida norma técnica.
B - CONTROLE DE RISCO
A Cooperativa apurou e mantém controle em contas de compensação valor inerente a exigibilidade de Patrimônio Líquido para garantia de riscos operacionais.
C - CENTRALIZAÇÃO FINANCEIRA
Em atendimento a circular 3.238, emitida pelo Banco Central do Brasil em 27.05.2004, os recursos oriundos do ato cooperativo denominado “Centralização Financeira” estão apresentados como “Relações Interfinanceiras – Centralização Financeira – Cooperativas. As receitas obtidas com tal ato passaram por força da citada circular, a serem registradas no título “Outras Receitas Operacionais – Ingresso de Depósitos Intercooperativos”.
D - DESTINAÇÕES ESTATUTÁRIAS
Não foram efetuadas as destinações estatutárias (FATES – 5%, Fundo de Reserva - 20%, Reserva para aumento de capital – 55% e FUNLIQ - 10%), em obediência a circular do Banco Central do Brasil 3.314 de 02.02.2006, que só serão efetuados no encerramento do exercício social.
E - APLICACAO DA LEI 11.638/07
Essa Lei alterou, revogou e introduziu novos dispositivos à Lei n° 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) e provocou mudanças nas práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida Lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por
parte dos órgãos reguladores para serem aplicadas pelas entidades em geral. O BACEN, em 20 de março de 2008, divulgou o Comunicado n° 16.669, informando que as instituições financeiras e demais instituições por ele autorizadas a funcionar estão dispensadas, durante o ano de 2008, da elaboração, remessa e publicação de demonstrações contábeis intermediárias alinhadas aos novos parâmetros introduzidos pela Lei n° 11.638/07, até a adequação das normas consubstanciadas no COSIF (Plano de Contas das Instituições Financeiras). Reconhecemos a exatidão das presentes demonstrações contábeis encerradas em 30 de Junho de 2008, cujo balanço patrimonial importa em R$ 81.074.313 (oitenta e um milhões, setenta e quatro mil, trezentos e treze reais).
| Antonio Chavaglia Diretor-Presidente CPF: 025.686.831-04 |
José Antônio Nogueira Júnior Diretor Administrativo CPF: 019.834.938-64 |
|
|---|---|---|
| Kadmo Ribeiro Carneiro Diretor de Oper ações CPF: 095.864.821-20 |
Eliane Cristina Franso Contadora CRC-GO 014722/O-5 CPF: 801.479.681-00 |
PARECER DA AUDITORIA EXTERNA
Ilmos. Srs.
Conselheiros, Diretores e Associados da Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano -Sicoob Credi-Rural
1 – Examinamos, na qualidade de Auditores Externos contratados pela Cooperativa Central de Crédito de Goiás Ltda. – Sicoob Goiás Central, o balanço patrimonial da Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano., Sicoob Credi-Rural, levantado em 30 de junho de 2008 e a respectiva demonstração do resultado do semestre findo naquela data, elaboradas sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis.
2 – Nossos exames foram conduzidos de acordo com as Normas de Auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da Cooperativa; b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgadas, e c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da Cooperativa, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
3 – Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas no parágrafo 1, representam adequadamente em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano, - Sicoob Credi-Rural, em 30 de junho de 2008, o resultado de suas operações, referente ao semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil anteriormente á promulgação da Lei nº. 11.638/07.
4 - Conforme mencionado na nota explicativa 15 letra “e”, em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei n°. 11.638, com vigência a partir de 1º. de janeiro de 2008. Essa Lei alterou, revogou e introduziu novos dispositivos à Lei n° 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) e provocou mudanças nas práticas contábeis adotadas no Brasil. Embora a referida Lei já tenha entrado em vigor, algumas alterações por ela introduzidas dependem de normatização por parte do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil para serem integralmente aplicadas pelas instituições por eles reguladas. Dessa forma, nessa fase de transição, o Banco Central do Brasil, por meio do Comunicado n° 16.669, de 20 de março de 2008, permitiu a não-aplicação das disposições da Lei n° 11.638/07 na preparação, em 2008, das demonstrações contábeis intermediárias. Assim, as demonstrações contábeis referidas no parágrafo 1 foram elaboradas de acordo com instruções específicas do Banco Central do Brasil e não contemplam as modificações nas práticas contábeis introduzidas pela Lei n° 11.638/07.
5 – As demonstrações contábeis relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2007, apresentadas para fins de comparabilidade, não foram por nós examinadas, tendo em vista a falta de exigência legal.
Rio Verde - GO, 01 de agosto de 2008.
BAUER AUDITORES ASSOCIADOS CRC/MG 6427 – ‘S’ – GO |
JOÃO CARLOS BORGO |
PARECER DO CONSELHO FISCAL
Nós, abaixo assinados, membros do CONSELHO FISCAL da Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano, sigla SICOOB CREDI-RURAL, examinamos o Balanço Patrimonial e a demonstração do resultado do semestre - sobras e perdas, relativo ao período findo em 30 de junho de 2008, acompanhadas das mutações do patrimônio líquido e ainda das notas explicativas anexas. Nossos exames incluíram verificações nos controles internos e visitas aos entrepostos da Cooperativa, quando procedemos ao exame sistemático das operações realizadas durante o referido período, através de análise de documentos, lançamentos contábeis e ainda de conciliações físicas. O exame a que nos referimos foi realizado mediante assessoria da BAUER AUDITORES ASSOCIADOS S/S.
Com base nos exames e verificações e parecer da Auditoria Externa, datado de 01 de Agosto de 2008, somos de parecer que as demonstrações representam adequadamente a posição econômica, financeira e patrimonial do SICOOB CREDI-RURAL, em 30 de junho de 2008, bem como o resultado do semestre.
Rio Verde - GO, 04 de Agosto de 2008.
Carlos Luiz Cesca Celso Leão Ribeiro
Juzilane Carvalho Dias Leonardo Macedo Fonseca
Ocimar Furtado de Souza Zenaide Furquim Guimarães
RESUMO DA DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO
A estrutura completa para gerenciamento do risco operacional da cooperativa está disponível para acesso público na sede da cooperativa, em Rio Verde – GO, na Avenida Presidente Vargas, 1.881, Bairro Jardim Goiás, CEP: 75.901-901; e nos postos de atendimento ao cooperado – PAC, nas cidades de Jataí - GO, na Avenida Dorival de Carvalho, nº. 869, Centro, CEP: 75.800-970; em Acreúna - GO, na Avenida Corumbá, esquina com Rua Rosa Guimarães, nº. 105, Centro, CEP: 75.960-000; em Paraúna - GO, na Rua Benjamin Constant, nº. 09, Centro, CEP: 75.980-000; em Montividiu - GO, na Avenida Rio Verde, nº. 63, Centro, CEP: 75.915-000; em Indiara-GO, na Avenida Pedro Ludovico Teixeira, nº. 500, Bairro Alto da Primavera, CEP: 75.955-000; em Santa Helena de Goiás - GO, na Rua Custódio P. Vêncio, nº. 846, Centro, CEP: 75.920-000; em Iporá - GO, na Avenida Doutor Neto, nº. 325, Centro, CEP: 76.200-000 ou pela internet através do sítio, www.sicoobcredirural.com.br.
A estrutura de gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano – Sicoob Credi-Rural, está composta pelo Conselho de Administração, pela Diretoria-Executiva, pelo Agente de Controle Interno e de Risco – ACI, pelo Monitor de Controle Interno e de Risco do Sicoob Goiás Central e pela área de auditoria da Central.
O instrumento principal por meio do qual é avaliado o risco operacional da cooperativa é o Sistema de Controle Interno e Risco – SCIR, integrante do Manual de Controle Interno – MCI.
A estrutura, o gerenciamento e a execução da política de gerenciamento do risco operacional da cooperativa estão contidos no Manual de Gerenciamento do Risco Operacional – MRO.
As responsabilidades de cada órgão que compõe a estrutura de gerenciamento do risco operacional da cooperativa estão demonstradas na seqüência:
Atividades |
Responsabilidade |
||||
Política de gerenciamento do risco operacional |
1 |
2 |
3 |
4 |
5 |
Definição, aprovação, instituição, atualização, revisão e disseminação da política, estabelecimento de responsabilidades, análise de relatórios, atuação para correção de deficiências, comunicação eficaz. |
● |
● |
|
|
|
Provimento – ao ACI – das condições adequadas de atuação, adoção de providências para mitigar o risco relacionado com as áreas da estrutura organizacional subordinada, interação tempestiva com o ACI e o Conselho de Administração. |
|
● |
|
|
|
Elaboração da proposta; proposição de revisão e execução da política; identificação, avaliação e monitoramento do risco; documentação e armazenamento de informações sobre o risco; elaboração de relatórios para o Conselho de Administração; sugestões de atualizações da política; e avaliação do cumprimento de normativos aplicáveis. |
|
|
● |
|
|
Monitoramento das ações do ACI, comunicação – ao Conselho de Administração – de incorreções na execução do gerenciamento de risco operacional. |
|
|
|
● |
|
Execução de testes de avaliação da política. |
|
|
|
|
● |
●1 – Conselho de Administração ●2 – Diretoria-Executiva ●3 – ACI ●4 – Monitor ●5 – Área de Auditoria do Sicoob Goiás Central.
RESUMO DA DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO
A estrutura completa para gerenciamento do risco de mercado da cooperativa está disponível para acesso público na sede da cooperativa, em Rio Verde – GO, na Avenida Presidente Vargas, 1.881, Bairro Jardim Goiás, CEP: 75.901-901; e nos postos de atendimento ao cooperado – PAC, nas cidades de Jataí - GO, na Avenida Dorival de Carvalho, nº. 869, Centro, CEP: 75.800-970; em Acreúna - GO, na Avenida Corumbá, esquina com Rua Rosa Guimarães, nº. 105, Centro, CEP: 75.960-000; em Paraúna - GO, na Rua Benjamin Constant, nº. 09, Centro, CEP: 75.980-000; em Montividiu - GO, na Avenida Rio Verde, nº. 63, Centro, CEP: 75.915-000; em Indiara-GO, na Avenida Pedro Ludovico Teixeira, nº. 500, Bairro Alto da Primavera, CEP: 75.955-000; em Santa Helena de Goiás - GO, na Rua Custódio P. Vêncio, nº. 846, Centro, CEP: 75.920-000; em Iporá - GO, na Avenida Doutor Neto, nº. 325, Centro, CEP: 76.200-000 ou pela internet através do sítio, www.sicoobcredirural.com.br. A estrutura de gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito do Sudoeste Goiano – Sicoob Credi-Rural, está composta pelo Conselho de Administração, pela Diretoria-Executiva, pelo Agente de Controle Interno e de Risco – ACI, pelo Monitor de Controle Interno e de Risco do Sicoob Goiás Central e pela área de auditoria da Central. O instrumento principal por meio do qual é avaliado o risco de mercado da cooperativa é o Sistema Mitra-Risco e Basiléia II, fornecido pela empresa Luz Engenharia Financeira Ltda. (em implantação). A estrutura, o gerenciamento e a execução da política de gerenciamento do risco de mercado da cooperativa estão contidos no Manual de Gerenciamento do Risco de Mercado – MRM. As responsabilidades de cada órgão que compõe a estrutura de gerenciamento do risco de mercado da cooperativa estão demonstradas na seqüência:
Atividades |
Responsabilidade |
||||
Política de gerenciamento do risco de mercado |
1 |
2 |
3 |
4 |
5 |
Definição, aprovação, instituição, atualização, revisão e disseminação da política, estabelecimento de responsabilidades, análise de relatórios, atuação para correção de deficiências, comunicação eficaz. |
● |
● |
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|
|
Provimento – ao agente de Controle Interno – das condições adequadas de atuação, adoção de providências para mitigar o risco relacionado com as áreas da estrutura organizacional subordinada, interação tempestiva com o agente e o Conselho de Administração. |
● |
● |
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|
Elaboração da proposta; proposição de revisão e execução da política; identificação, avaliação e monitoramento do risco; documentação e armazenamento de informações sobre o risco; elaboração de relatórios para o Conselho de Administração; sugestões de atualizações da política; e avaliação do cumprimento de normativos aplicáveis. |
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● |
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|
Monitoramento das ações do ACI, comunicação – ao Conselho de Administração – de incorreções na execução do gerenciamento de risco de mercado. |
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● |
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Execução de testes de avaliação da política. |
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● 1 – Conselho de Administração ● 2 – Diretoria-Executiva ● 3 – Agente ● 4 – Monitor ● 5 – Área de Auditoria do Sicoob Goiás Central.